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O reajuste da tarifa de energia da RGE neste ano será o triplo da inflação. O aumento médio de 16,06% foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Vale a partir de sexta-feira (19), aparecendo na conta de luz seguinte. No meio do ano passado, a empresa, do grupo CPFL, já teve um aumento forte, de 14%. São 3,19 milhões de clientes no Rio Grande do Sul.
Por que um reajuste tão alto? A Aneel citou os componentes financeiros convencionais e o aumento nos custos para transporte e compra de energia elétrica. De mais impactante e fora da curva, tem os encargos setoriais. Neles, entram políticas públicas que pesam na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), como subsídios a renováveis e ampliação da tarifa social, feita pelo governo Lula no segundo semestre do ano passado e que também pesou para o 23,50% da CEEE Equatorial.
E tem ainda um fator local, que é o repasse que ainda ocorre do reajuste não aplicado em 2024 devido à enchente. Relembra a Aneel: "entre os meses de junho e agosto manteve as tarifas vigentes desde 2023 e posteriormente aprovou reajuste com variação média nula até junho de 2025." A recomposição seguirá ocorrendo até 2027.
Reajustes RGE:
Médio: 16,06%
Residências: 14,97%
Baixa tensão: 14,93%
Alta tensão: 19,02%
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◾️Fonte: Giane Guerra | GZH
⌨️Edição: Dario Carvalho | Rádio Charrua
📸Imagem: Ilustração Rádio Charrua | Banco de Imagem