👉Oferecimento
@sorrifacil_uruguaiana
@planalto.transportes
@marka_imoveis
@unimeduruguaiana
@magicimplantesuruguaiana
@guimaraessolucoes
@hfeletronicosuru
▪️▪️▪️
A perda gestacional é uma experiência profundamente dolorosa, muitas vezes vivida em silêncio. No olhar do enfermeiro, esse momento vai além do cuidado técnico: é um encontro com a dor, com o luto e com a necessidade de acolhimento humano e sensível.
Como profissionais da enfermagem, somos frequentemente os primeiros a estar ao lado da mulher e de sua família diante dessa perda. Nosso papel envolve não apenas a assistência física, mas também a escuta ativa, o respeito ao tempo do luto e a validação dos sentimentos — sejam eles de tristeza, culpa, vazio ou até mesmo negação.
É fundamental compreender que cada perda é única. Não existem palavras prontas, mas há presença, empatia e cuidado.
Também é papel do enfermeiro orientar sobre os aspectos clínicos, sem desconsiderar o impacto emocional. Humanizar o cuidado é reconhecer que, mesmo quando a gestação se interrompe, o vínculo, os sonhos e o significado daquela vida permanecem.
Falar sobre perda gestacional é romper o silêncio e construir um espaço de acolhimento. Que possamos, enquanto enfermagem, seguir cuidando com ciência, mas, sobretudo, com sensibilidade e respeito à dor do outro.
*A opinião expressa neste artigo é de inteira responsabilidade do autor e/ou assessoria de imprensa.
_
◾️Fonte: Alessandra Martins Loreto | Enfermeira COREN/ RS 072.5570 | Especialista em Saúde da Família | Mestre em Saúde Materno Infantil
⌨️ Editado por Dario Carvalho | Rádio Charrua
📸 Imagem: Alessandra Martins Loreto / Arquivo Pessoal