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O programa Balanço da Tarde (97.7 FM) recebeu, nesta quinta-feira (5), a coordenadora do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), Juliana Tietböhl, que falou sobre as ações de prevenção e conscientização contra a violência feminina durante o Carnaval Fora de Época de Uruguaiana.
Durante a entrevista, Juliana explicou que a equipe do CRAM está promovendo ações educativas ao longo da Avenida Presidente Vargas, com o objetivo de orientar e proteger mulheres durante os três dias de festa.
Entre as iniciativas, estão a fixação de cartazes informativos em diferentes pontos da avenida e em banheiros químicos, reforçando a campanha “Não é Não”, que alerta sobre assédio e violência contra mulheres em ambientes festivos.
“Espalhamos cartazes coloridos em diversos pontos da avenida, também em banheiros químicos, com o alerta para as mulheres sobre o ‘não é não’”, destacou Juliana.
Além das ações durante o evento, o CRAM, em parceria com órgãos de segurança, também realizou uma blitz informativa no centro de Uruguaiana, com distribuição de orientações sobre os direitos das mulheres e os canais de denúncia disponíveis.
📞 Saiba como pedir ajuda
Em casos de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Brigada Militar pelo telefone 190, para que uma equipe seja enviada ao local.
Se a violência já ocorreu, a vítima deve procurar a Delegacia de Polícia ou a Delegacia da Mulher, onde poderá registrar um Boletim de Ocorrência e solicitar medidas protetivas.
Também é possível registrar denúncias pela Delegacia de Polícia Online da Mulher, sem precisar ir presencialmente à delegacia. CLIQUE AQUI
Outro canal importante é a Central de Atendimento à Mulher – Disque 180, serviço gratuito que funciona 24 horas por dia em todo o Brasil, oferecendo orientação, acolhimento e encaminhamento de denúncias para os órgãos responsáveis.
A rede de proteção também conta com atendimento jurídico pela Defensoria Pública, além de apoio psicológico e social oferecido pelos Centros de Referência de Atendimento à Mulher, que auxiliam vítimas de violência no processo de acolhimento e orientação.
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📍 Fonte e foto: Dario Carvalho / Rádio Charrua