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Por Alessandra Martins Loreto,
Enfermeira COREN/ RS 072.5570
Especialista em Saúde da Família
Mestre em Saúde Materno Infantil
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A violência contra a mulher é um problema grave de saúde pública — e muitas vezes começa de forma silenciosa.
Nem sempre deixa marcas visíveis. Às vezes vem em palavras que ferem, no controle excessivo, no medo constante, na humilhação diária. Outras vezes, infelizmente, chega à agressão física.
No atendimento de saúde, vemos de perto as consequências: ansiedade, depressão, dores crônicas, traumas físicos e emocionais. Por isso, é fundamental falar, acolher e orientar.
Violência não é normal. Não é culpa da vítima.
Toda mulher tem direito ao respeito, à segurança e a viver sem medo.
Se você ou alguém que você conhece está passando por isso, procure ajuda.
* Denunciar é um ato de coragem. Cuidar de si também é saúde.
Para escuta, acolhimento e orientação, entre em contato com a Escuta Lilás, pelo telefone:
0800 541 0803 | Instagram: @secretariadamulher_rs
CRAM
(55)999398735 | Rua Dr.maia 3112
Atendimento de seg a sexta das 8 às 14h
Instagram: @cramuruguaiana
Brigada Militar Patrulha Maria da Penha
(55)98411-7957
EMERGÊNCIA
Brigada Militar
190 | Rua Domingos de Almeida, 2965 | Atendimento: 24h
ROMU
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Rua Tabajara Brites | Atendimento: 24h
*A opinião expressa neste artigo é de inteira responsabilidade do autor e/ou assessoria de imprensa.
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◾️Fonte: Alessandra Martins Loreto / Enfermeira
⌨️ Editado por Dario Carvalho | Rádio Charrua
📸 Imagem: Alessandra Martins Loreto / Arquivo Pessoal