Por Marlo Nascimento,
Professor da área de Ciências Humanas,
Mestre e Doutor em Filosofia.
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A 30ª Conferência das Partes (COP30), que está ocorrendo no Brasil, em Belém, neste mês de novembro, coloca a capital paraense no foco dos holofotes do mundo. Isso porque, durante esse período, serão discutidas e negociadas questões referentes às mudanças climáticas em âmbito mundial.
Adianto que não será uma tarefa fácil para o conjunto de mais de 190 países que estarão envolvidos nesse debate e nas possíveis ações destinadas a mitigar o impacto das atividades humanas sobre o nosso planeta.
Destaco ainda que a escolha de Belém como sede da COP30 acaba sendo um gesto estratégico e simbólico, pelo fato de evidenciar a Amazônia como cenário das decisões presentes que poderão mudar o futuro da humanidade em escala global.
Sobre o autor
Marlo do Nascimento é professor da área de Ciências Humanas do colégio Marista Santana, doutor em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), com período de pesquisa na Universidade de Lisboa (Portugal), através do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da CAPES.
Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Graduado em Filosofia pelo Instituto Superior de Filosofia Berthier (IFIBE) e em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG).
Estará lançando seu livro, intitulado: A Teoria do Preço Justo: Martín de Azpilcueta entre a originalidade e a tradição, na 48ª FEIRA INTERNACIONAL DO LIVRO DE URUGUAIANA.
*A opinião expressa neste artigo é de inteira responsabilidade do autor e/ou assessoria de imprensa.
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◾️Fonte: Marlo Nascimento / Doutor em Filosofia
⌨️ Editado por Dario Carvalho | Rádio Charrua
📸 Imagem: Marlo Nascimento / Arquivo Pessoal