No centro do debate sobre um crime que chocou o Estado nas últimas semanas, a morte e o esquartejamento de uma manicure, cujos restos mortais foram espalhados em diferentes pontos de Porto Alegre, está o histórico do suspeito: um homem que já cumpria pena por assassinar a mãe e concretar o corpo, em 2015.
O publicitário Ricardo Jardim, 66 anos, teve progressão para o regime semiaberto autorizada em 2024. Dois laudos foram favoráveis a que ele voltasse ao convívio social.
O atestado de conduta carcerária também foi positivo e atestou que ele tinha "conduta plenamente satisfatória".
No programa Conversas Cruzadas de segunda-feira (9), o juiz de Direito Criminal Sidinei José Brzuska comentou sobre o então considerado "bom comportamento" do condenado e afirmou que o publicitário "era de confiança da administração". O juiz também afirmou que Ricardo Jardim ganhou "voto de louvor do Estado do Rio Grande do Sul" .
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◾️Fonte: Adriana Irion / GZH
⌨️ Editado por Dario Carvalho | dario@radiocharrua.com.br
📸 Imagem: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS