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A operação Caixa Rápido da Receita Federal contabiliza R$ 297,639 milhões de impostos devidos por supermercados do Rio Grande do Sul. No país todo, são R$ 10 bilhões pelo uso irregular de créditos tributários de PIS/Cofins.
Os dados enviados à coluna apontam 1.410 registros no Estado. Nacionalmente, são 55 mil pedidos de ressarcimento e compensação de créditos para fins de abatimento do valor a recolher do imposto em casos em que isso não tem amparo pela legislação. Isso pode ocorrer em coisas básicas, como aplicar indevidamente em itens da cesta básica, que já têm alíquota zero, ou quando o imposto foi pago antes de chegar ao supermercado, como em bebidas e itens de higiene.
As notificações estão sendo enviadas por e-mail e pelo correio. Os supermercados poderão contestar administrativa ou judicialmente, mas o prazo dado pela Receita Federal para regularizar a situação fiscal sem multa é 30 de junho.
Não foram informadas ainda quais são as empresas. No Rio Grande do Sul, Porto Alegre lidera o valor, seguida por Capão da Canoa, Viamão e Bagé.
As 10 cidades com valor mais alto:
Porto Alegre: R$ 29.175.549,63 (627 registros)
Capão da Canoa: R$ 18.854.293,42 (68 registros)
Viamão: R$ 16.351.592,49 (166 registros)
Bagé: R$ 14.202.789,32 (29 registros)
Canoas: R$ 10.699.806,38 (95 registros)
Veranópolis: R$ 10.340.238,09 (114 registros)
Passo Fundo: R$ 8.368.049,79 (61 registros)
Guaíba: R$ 7.773.451,46 (48 registros)
Uruguaiana: R$ 6.778.780,12 (104 registros)
Vacaria: R$ 6.209.763,54 (98 registros)
Total do Rio Grande do Sul: R$ 297,639,724.04.
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📰 Fonte: Diogo Duarte via coluna da Giane Guerra / GZH
✍️ Editado por Dario Carvalho | Rádio Charrua
📸 Imagem: Ilustração Rádio Charrua / Banco de Imagem