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Palestra online debateu o “Contexto da Safra de Arroz 2025/2026”; entidades como Federarroz e Farsul falaram sobre o assunto
 

Ocorreu na noite de quinta-feira (2), a palestra online “Contexto da Safra de Arroz 2025/2026” conduzida pelo presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) Denis Nunes, e com participação do Economista-Chefe do Sistema Farsul e CEO da Agromoney - Assessoria Econômica, Antonio da Luz.


Inicialmente, o presidente da Federarroz fez um apanhado sobre a semeadura

da safra 2025/2026, mostrando o cenário onde a Índia entrou forte nas exportações de arroz. Outros fatores apontados foram o dólar instável devido às políticas econômicas, instabilidade política nos Estados Unidos, juros ainda altos, e estoques elevados.


Como medidas mitigatórias, a Federarroz propõe linhas de investimentos, procura de outras culturas ou pecuária, não esquecer o custo do dinheiro ao comercializar, aumentar exportações, renegociar contratos de arrendamento e também com parceiros comerciais e financeiros, fortalecer à união, por meio de associações, sindicatos e cooperativas.


Como ações estratégicas e práticas para enfrentamento da crise no mercado de arroz, Denis Nunes referiu orientações para redução de área plantada, de acordo com a realidade de cada produtor, já que os estoques de passagem serão grandes além de intensificar e apoiar as estratégias de exportações.


Também é sugerido cobrar do governo federal a intensificação das fiscalizações das importações que não atentem às condições fitossanitárias brasileiras, subvenções para comercialização, exigência que mercados concorrentes cumpram as mesmas regras trabalhistas e ambientais brasileiras, e pedido para elevação do preço mínimo do arroz. condizente com os custos de produção.


Ao governo estadual, uso da taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura (CDO) para escoamento de mercado e socorro aos produtores da região central atingidos pela enchente de 2024. Alteração do regime do ICMS igualando a outros estados da federação e apoio às campanhas de incentivo ao consumo de arroz


Na sequência, o economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz, traçou um quadro preocupante para os arrozeiros relativo à safra de 2025/2026. O economista previu um ano de extremos para o setor. “Ou teremos um ano bom ou ruim, mas certamente não teremos um ano cinza”, previu. “Estamos nos encaminhando de encontro a um iceberg e vamos dividir aqui medidas que nos propiciem desviar dessa montanha de gelo”, comparou.


Antônio da Luz mostrou uma série de gráficos que demonstram ao longo dos últimos anos fatores internos e externos que provocaram desequilíbrios entre produção e demanda no mercado de arroz. O crescimento da produção da Índia e a retomada da produção da China e Estados Unidos vem se constituindo em ameaças ao mercado brasileiro de arroz.


Da Luz chamou a atenção para o problema central que poderá causar sérios riscos à atividade na safra 2025/2026. “A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) tem aconselhado o produtor a aumentar a área plantada. Isto é uma irresponsabilidade”, apontou. O economista enfatizou que os estoques estão muito altos e um aumento de área plantada provocaria naturalmente uma redução ainda maior do preço ao produtor.


O economista lembrou também outras dificuldades para o equilíbrio de preços no setor como a queda de renda do consumidor e a restrição de crédito por parte dos governos. “Portanto, todos os indicadores levam a uma natural redução de área plantada como única alternativa para regular a questão dos estoques com a demanda para patamares aceitáveis”, concluiu.


Ao final, o presidente da Federarroz, Denis Nunes, qualificou a palestra com um “choque de realidade”. “Este choque de realidade é importante para que tomemos uma atitude. Temos consciência que são medidas dolorosas, mas que evitarão que essas projeções pessimistas se confirmem”, ponderou.


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◾️Fonte: Artur Chagas / AgroEffective

⌨️ Editado por Dario Carvalho / Rádio Charrua⁣⁣⁣⁣⁣⁣⁣⁣⁣⁣⁣

📸 Imagem: Ilustração / Rádio Charrua (imagem canva)





Agronegócio | 04/10/2025 | 09:00
 
 
 
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